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XXI ENEFON – mudança de local

In ENEFON on 30/06/2010 at 22:53

COMUNICADO OFICIAL

São Paulo, 30 de junho de 2010.

Prezados,

O XXI ENEFON mudou de local. Não será mais em São Paulo-SP, agora ele acontecerá na cidade de Salvador-BA. A DENEFONO e a Comissão Local esclarecem os motivos pelos quais houve essa mudança.


No ENEFON de 2009 foi decidido que a sede do encontro de 2010 seria São Paulo. A princípio, mais de uma universidade de São Paulo apoiaria a organização do evento, visto o envolvimento das pessoas na escolha do local. Apesar de todas as dificuldades já sabidas de serem encontradas em São Paulo, considerou-se, como decisão coletiva, viável a possibilidade de realização do encontro devido ao apoio de um grande número de pessoas para formar a Comissão Local.

Como algumas pessoas desconhecem, estamos organizados desde outubro de 2009 na organização do Encontro, quando foi formada a Comissão Local no CONEFON. Nesse momento, o número de participantes já estava mais reduzido do que se esperava, com a participação apenas da UNIFESP e da UNICAMP. Buscamos apoio de pessoas de outras universidades de São Paulo, que pudessem participar ativamente da organização do evento, porém não conseguimos esse apoio. Portanto, para o deslocamento físico de pessoas na procura de infra-estrutura para sediar o encontro, só ficamos com pessoas da UNIFESP. Não bastasse o número inicial já reduzido de pessoas, muitas delas foram se desligando da Comissão Local por motivos diversos.

Realizamos reuniões virtuais e presenciais periodicamente, porém elas eram sempre esvaziadas, dificultando o encaminhamento das decisões. Pautamos o ENEFON nas reuniões ordinárias semanais do Centro Acadêmico da UNIFESP e da UNICAMP, nas reuniões da DENEFONO e nas reuniões da Comissão Local, realizadas tanto virtual quanto pessoalmente. Durante essas discussões, fizemos o projeto e o orçamento do Evento e enviamos para diversas empresas e Entidades para conseguir subsídio financeiro; elaboramos toda a grade da programação; entramos em contato com diversos locais e órgãos, como escolas públicas, Secretaria de Educação, Diretoria Regional de Ensino, faculdades, universidades, para conseguir espaço que pudesse sediar o Evento.

Em relação ao patrocínio, tivemos um orçamento caríssimo devido ao alto custo de vida da cidade de São Paulo, mas mesmo assim solicitamos auxílio de diversas empresas. Conseguimos apenas auxílio em produtos, como livros e revistas.

Em relação à infra-estrutura, encontramos muita dificuldade em obter apoio da Reitoria da UNIFESP ao encontro, por motivos diversos, dentre eles a resistência a qualquer tipo de apoio a eventos relacionados ao Movimento Estudantil. Recorremos também à FATEC, a escolas públicas, solicitamos auxílio das Diretorias Regionais de Ensino e da Secretaria de Educação, sempre com respostas negativas. Buscamos auxílio para alojamento na USP, e sem ninguém de lá na Comissão Local, ficou inviável a possibilidade de um alojamento neste local. Os contatos realizados com a USP tinham o intuito de que o alojamento fosse centralizado no espaço Poliesportivo da Universidade (único local viável estruturado com vestiários e banheiros) e que o local para discussões fosse no prédio da Pedagogia. No entanto, após contatos com estudantes da USP (educação física, veterinária, pedagogia e fonoaudiologia), verificamos que a aceitação da Reitoria para apoiar Eventos desta natureza tem sido ínfima atualmente, além do fato de o espaço Poliesportivo da USP já estar reservado para outro evento dos estudantes.

Apesar da resistência encontrada na UNIFESP, da estrutura física inadequada de banheiros e vestiário e da ausência de subsídio para segurança e limpeza, ainda continuamos insistindo na possibilidade de a UNIFESP sediar o encontro. Essas respostas eram nossa única alternativa restante, e caso as respostas fossem negativas, estávamos discutindo até mesmo o adiamento do evento. Em conversas com o assessor do Reitor, para quem já havíamos entregado o projeto do Encontro, fomos informados de que um dos locais que havíamos sugerido para alojamento não estaria disponível devido a reformas que perdurarão até julho, além disso, de acordo com o assessor, a probabilidade de que a Universidade fornecesse patrocínio de alguma natureza ao Encontro era mínima. Os vestiários disponíveis (chuveiros e banheiros adequados) estão concentrados na Atlética, onde a possibilidade de boicote ao encontro seria grande, devido a um tradicional histórico negativo na UNIFESP. Como as respostas foram negativas, ainda fizemos uma última tentativa com a Reitoria da UNICAMP, que também foi negada.
Todas essas respostas demoraram muito a sair, apesar de nossa insistência. A burocracia em São Paulo é muito maior do que em outras localidades, e certas coisas estão fora do nosso alcance.

Devido a todos os motivos expostos acima, tivemos o cuidado de não fazer a divulgação do XXI ENEFON e não abrir inscrições, até as definições de local e patrocínio. A data prevista a ser realizado o encontro, seria de 17 a 22 de julho, mas a data oficial não foi definida e nem divulgada pela Comissão Organizadora devido a todas as pendências mencionadas acima. Não podíamos divulgar um evento oficial sem sede definida e sem verbas para requisitos essenciais, como segurança. Adiamos ao máximo a decisão da transferência de local, mas optamos coletivamente pela transferência do Encontro, no lugar do seu cancelamento, pensando na importância que ele tem para o Movimento Estudantil de Fonoaudiologia. Por isso a notícia da transferência do local não foi divulgada antes, visto que ainda havia uma possibilidade de sede em São Paulo.

Afirmamos nosso comprometimento com a organização do Encontro durante todos esses meses de organização, e nos mantivemos firmes, mesmo com um número ínfimo de membros participantes dessa construção.Infelizmente, encontramos inúmeras barreiras que impossibilitaram a realização do XXI ENEFON em São Paulo, agravadas pela burocracia que tivemos que enfrentar, e que estão fora do nosso alcance de resolução. Certamente, não gostaríamos que o Encontro tivesse que ser reestruturado às pressas, porém estamos esclarecendo que fizemos as tentativas que estavam ao nosso alcance, não apenas em nome das entidades (DENEFONO e Centros Acadêmicos), mas também com empenho pessoal, em um número progressivamente reduzido de pessoas.

Contamos com sua compreensão e estamos à disposição para maiores esclarecimentos.

Atenciosamente,
DENEFONO e Comissão Local do XXI ENEFON

https://denefono.wordpress.com/

denefono09@yahoogrupos.com.br

http://enefon.webnode.com.br/

enefon2010@yahoogrupos.com.br

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XX ENEFON no Jornal do CFFa

In ENEFON on 10/11/2009 at 01:19

Saiu no Jornal do Conselho Federal de Fonoaudiologia, número 42 de julho-setembro de 2009, uma matéria sobre o XX ENEFON.

Segue a reportagem na íntegra:

Enefon 2009 valoriza intercâmbio
entre alunos e proissionais

Entre 10 e 17 de julho, Maceió/AL recebeu cerca de 150 estudantes de Fonoaudiologia.  Mais  do  que conhecer as belas praias da região, os alunos estavam interessados em discutir o ensino e a proissão durante o XX Encontro Nacional de Estudantes de Fonoaudiologia (Enefon). Nada mais propício do que um evento que contava com o tema A Fonoaudiologia por uma educação além da Universidade. A  organização  do  encontro  ficou por conta da Diretoria Executiva Nacional dos Estudantes de Fonoaudiologia, dos estudantes de Fonoaudiologia da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Unicisal) e do Diretório Acadêmico da universidade. O CFFa esteve presente com estande para divulgar a atuação e importância dos Conselhos Regionais  e  Federal  e  dos  sindicatos para a profissão.

A vice-presidente do CFFa, Sílvia Maria Ramos, participou da mesa de abertura e da mesa sobre Ciência fonoaudiológica e suas entidades. A assessora técnica do CFFa, Talita Freitas Leite, participou de discussões em grupos de trabalho sobre Saúde e Educação.

De acordo com Ítalo Rocha, estudante do 6º período da Unicisal e membro da comissão  organizadora  do  Enefon  2009, o evento se destacou dos anteriores por abordar desde a estrutura do mercado de trabalho e da educação até os eixos cientíico e extracurricular. “Conseguimos juntar alunos do primeiro ano e proissionais da área, o que enriqueceu bastante o debate”.

Para Ana Carolina de Melo, também da comissão organizadora e aluna do 4º semestre da Unicisal, a discussão sobre a formação proissional e política – tema que geralmente ica fora da sala de aula – foi grande diferencial.

No entanto, a participação nessa edição do encontro foi menor do que o esperado. “Geralmente temos entre 200 e 300 participantes. Neste ano foram apenas 150, mas para a gente foi bem positivo, principalmente pela convivência entre os participantes”, diz Ana Carolina.

Ítalo, que participou dos últimos dois encontros – em São Paulo e em Salvador –, diz que, por ter tido público menor, essa edição foi mais focada. “Nos outros anos tinha muita evasão; [o evento] era muito grande, e as pessoas iam fazer turismo. Neste ano, quem estava aqui eram pessoas que estavam interessadas no encontro”, avalia.

Palestrante do encontro pela terceira vez e participante da mesa principal deste ano, Marcus Valerius, fonoaudiólogo que está fazendo residência em Audiologia, ressaltou a integração entre proissionais e estudantes. “Não existe hierarquia dentro do encontro. Os estudantes não estavam aqui apenas para ouvir,  eles  se  colocaram  bastante.  E, com isso, ganhamos, qualitativamente, muito em relação aos outros encontros”, garantiu.

MOBILIZAÇÃO. “Costumo  dizer  que o movimento estudantil é a etapa mais importante na formação de um profissional”, diz Mateus Lima, aluno do último ano da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Para ele, o Enefon oferece um espaço para manter a mobilização dos estudantes ativa e conhecer a realidade de outros estados.

Amanda Brait, aluna do 6º semestre da Universidade de Campinas (Unicamp), concorda: “Uma vez por ano a gente tem a oportunidade de se reunir para discutir assuntos como a democratização da Saúde e a privatização do Sistema Público de Saúde (SUS)”.

Para ela, durante o encontro é possível conhecer as diferenças do ensino da Fonoaudiologia e do mercado de trabalho em outros estados, além de discutir temas que não fazem parte do ensino universitário, como políticas de saúde.

O  residente  em  Audiologia  Marcus Valerius assegura que o estudante que passa pelo Enefon tem formação diferenciada. Ele explica que o encontro favorece a politização dos fonoaudiólogos e coloca em pauta o ensino da proissão no País. “Saúde também inclui educação, trabalho e lazer”, conclui.

Na  plenária  de  encerramento,  os estudantes elaboraram documento inal com posicionamentos discutidos durante o encontro. Para Talita Freitas, a discussão foi profunda, coesa e de acordo com as necessidades de estudantes e proissionais de Fonoaudiologia e de toda a sociedade brasileira. “Daí a importância desse documento final. Ele se constitui instrumento  catalisador  para  fomentar mudanças”, airma.

Proissionais para a Saúde

Um assunto que permeou boa parte das discussões do Enefon foi a atuação do proissional de Fonoaudiologia em diversas áreas. “A concepção de organização proissional vem cada vez mais inserida em outros setores”, explica Ana Carolina de Melo, uma das organizadoras do encontro.

Amanda Brait Verbeto, aluna do 6º semestre da Universidade de Campinas (Unicamp), defende formação mais generalista, para ampliar as opções de atuação. Segundo ela, o fonoaudiólogo deve representar um proissional para a Saúde e não de Saúde.

O palestrante Marcus Valerius acredita que a Fonoaudiologia se encontra isolada dentro da Saúde. Segundo ele, isso acontece porque os próprios proissionais se isolam e não conhecem outras ciências. “É preciso trazer a Fonoaudiologia para esse campo maior.”

Repasses do XX ENEFON – Maceió 2009

In ENEFON on 03/09/2009 at 22:08

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Maceió, 16 de julho de 2009
ENCAMINHAMENTOS DA PLENÁRIA FINAL DO XX ENEFON

CIÊNCIA
1. Que a DENEFONO realize um abaixo assinado contra o alto preço de inscrição do Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia e a favor de que este seja mais democrático, facilitando o acesso de estudantes e profissionais, com instalações especiais e outras estratégias para possibilitar a ida dos participantes.
2. Que a DENEFONO articule com a SBFa a retomada do espaço do Fórum de estudantes dentro do Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia, e que neste Fórum seja entregue o abaixo-assinado.
3. Exigir da SBFa a representação da DENEFONO enquanto entidade da Fonoaudiologia nos espaços do Congresso, para que todas as entidades sejam representadas.
4. Estabelecer contato com as entidades de Fonoaudiologia no intuito de discutir posicionamentos e ocupação dos espaços políticos.
5. Que a DENEFONO fomente espaços de discussão sobre prioridades para direcionamento das pesquisas em fonoaudiologia com entidades representativas (Ca’s, DA’s, Conselhos, Sociedades, executivas de curso) e instituições de ensino.
6. Utilização de um veículo para divulgação dos trabalhos científicos produzidos pelos estudantes de fonoaudiologia no site da DENEFONO. Que seja criado um link com os trabalhos enviados pelos estudantes, os trabalhos deverão seguir normas pré-estabelecidas pela diretoria DENEFONO.
7. Que a DENEFONO produza material de divulgação (cartilha) sobre as possíveis formas de produção científica feitas por estudantes, informando as possibilidades de participação desses estudantes nessa produção (iniciação científica). Apoio dos DA’s e CA’s para divulgação do material.

EDUCAÇÃO
8. Por uma educação pública, gratuita, de qualidade, presencial, socialmente referenciada e com acesso para todos e todas e por mais verbas públicas para a educação pública.
9. Por uma educação pautada no tripé ensino-pesquisa-extensão, em que a extensão é compreendida enquanto ação dialógica e troca de saberes entre universidade e comunidade. Por uma formação em Fonoaudiologia baseada nas necessidades da maioria da população.
10. Contra medidas que precarizam e privatizam a educação como a atual Reforma Universitária que não atende às reais necessidades dos estudantes, o REUNI e o Ensino a Distância (UAB, UNIVESP).
11. Que a DENEFONO defenda uma reforma universitária de caráter público que atenda às demandas da população.
12. Que a DENEFONO proporcione espaços de discussão sobre o currículo do curso de Fonoaudiologia e que os estudantes participem dos espaços de reformulação de currículo em suas universidades.
13. Que a DENEFONO se aprofunde e problematize as questões relacionadas às Especializações discutindo profundamente com os estudantes e com entidades da Fonoaudiologia.
14. Propor mudanças na matriz curricular para que disciplinas que discutam prevenção de doenças e promoção de saúde sejam abordadas desde o início do curso.
15. Que a DENEFONO leve para as Universidades a discussão sobre a formação generalista e formas de agir em comunidades violentas e com unidades de saúde (PSF, UBS, NASF) desorganizadas.
16. Que a DENEFONO esteja presente nas discussões e nos espaços do pró-saúde defendendo a não dependência desse tipo de programa para determinar investimentos na educação e na saúde.
17. Que sejam organizados espaços de discussão sobre o Pró-saúde entre os estudantes e entidades estudantis.
18. Que a DENEFONO defenda a criação de uma portaria que garanta a matricula dos inadimplentes e o congelamento das mensalidades dos cursos das universidades privadas.
19. Que a DENEFONO fomente uma discussão sobre precarização do ensino, não só no âmbito do ensino superior, mas também no ensino fundamental e médio.

SAÚDE
20. Em defesa da saúde pública, gratuita de qualidade com acesso para todos e todas. Contra todas as formas de privatizações da saúde (OSs, OSCIPs, FEDPs).
21. Discutir no FENEX a possibilidade das executivas de saúde ocuparem o cargo no Conselho Nacional de Saúde (CNS), hoje ocupado pela UNE. E que essa discussão também seja levada para os CA’s e DA’s.
22. Que a DENEFONO articule, junto aos sindicatos, uma discussão sobre ampliação de vagas no SUS para fonoaudiologia via concurso público, de acordo com as necessidades locais.
23. Que a DENEFONO, junto com os D.A.s e C.A.s, proporcionem discussões sobre as privatizações na área da saúde e formas de superá-las, propondo mudanças para tais ataques à saúde publica.
24. Que a DENEFONO crie espaços de discussão sobre saúde pública junto com os CA’s e DA’s e que os incentive a levar este assunto a todos os estudantes.

ORGANIZAÇÃO
25. Por uma maior aproximação da DENEFONO com os C.A.s e D.A.s para que estes possam se aproximar dos outros estudantes.
26. Que a DENEFONO participe das calouradas dentro das universidades, apresentando a entidade e entregando material de divulgação da DENEFONO para as universidades.
27. Que a DENEFONO fortaleça sua relação com os estudantes de fonoaudiologia de instituições particulares e amplie esse debate promovendo discussões sobre Educação.
28. Que a DENEFONO se articule com D.A.s e C.A.s para que a discussão da inclusão de deficientes na educação e no mercado de trabalho seja realizada.
29. Que a DENEFONO articule a organização de encontros regionais que antecedam o ENEFON.
30. Que a DENEFONO articule a organização de espaços onde serão repassadas as discussões realizadas durante o ENEFON.
31. Que a DENEFONO construa a Jornada de Lutas Contra as Privatizações, em conjunto com as demais executivas de saúde.
32. Que a DENEFONO seja contra os Bacharelados interdisciplinares e que haja garantia de acesso aos cursos profissionalizantes para os estudantes em curso.
33. Que a DENEFONO defenda o aumento de verbas para assistência estudantil.
34. Que a DENEFONO articule com a ANPG (Associação Nacional dos pós-graduandos) a construção da caravana à Brasília pelo restabelecimento das verbas cortadas pelo MEC e Ministério de Ciência e Tecnologia.
35. Que a DENEFONO se articule com as demais executivas de curso para a criação de um Fórum nacional sobre assistência estudantil.
36. Que a DENEFONO construa o boicote ao ENADE, em conjunto com demais executivas que o constroem.
37. Que a gestão da DENEFONO participe do FENEX e dos Fóruns Nacionais e Estaduais da UNE.
38. Que a DENEFONO faça parte da construção da ANEL e participe de seus fóruns.
39. Que a discussão sobre a mulher na sociedade e sobre o aborto sejam amplamente discutidos e aprofundados, entrando não mais como um espaço alternativo, e sim inserido na programação oficial do ENEFON.
40. Que a DENEFONO produza um caderno de textos sobre os encaminhamentos que saiam do ENEFON para auxiliar os estudantes nas universidades.
41. Que a DENEFONO produza materiais e promova a divulgação de discussões realizadas através de informativos e cadernos de texto.
42. Reativação do site da DENEFONO.